sábado, 20 de janeiro de 2018

Reunião do Conselho Consultivo da AGROESP

Prezados associados:

Iríamos fazer uma reunião do Conselho Consultivo da AGROESP em Jaú , na sexta dia 26, às dez horas. Recebemos poucos retornos sobre a reunião pretendida. Assim, e em função da urgência do tema, conversando com o Sérgio Dihel, resolvemos mudar a reunião para quinta, dia 25/01. às dez horas na sede da AGROESP. A pauta é o rumo das negociações e a ida à ALESP de comitiva da AGROESP, no mês de fevereiro (às terças e quartas). Precisamos ter a maior presença de nossos representantes regionais nessa reunião. Os ex-presidentes são membros natos do Conselho. Ajudem a divulgar por favor. Os demais associados sintam-se convidados. Pedimos a gentileza da confirmação de presença até a próxima terça no e-mail da AGROESP (agroesp2014@gmail.com), com a finalidade de dimensionar o espaço e proporcionar boa recepção a todos.

Victor Branco de Araujo

AGROESP - Presidente

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A previdência e o servidor público

Importante Esclarecimento:

"Quem passa em concurso público, passa devido à sua competência, muitas vezes tendo apoio somente da família. Portanto, ninguém dá essa vaga. Ela é resultado de muito esforço e dedicação. A estabilidade vem do trabalho duro e capacidade. Perdem-se muitos finais de semana, feriados, carnavais, Páscoas e aniversários para conquistar esse espaço. Perdem-se horas de convívio com a família em prol desse trabalho, sem esperar nenhum reconhecimento por parte de quem quer que seja!
São injustas e covardes as campanhas na mídia desmoralizando os servidores públicos, estáveis ou não.

Se o governo está em crise, a culpa não é de quem estudou e passou em concurso público.
Concursados não sonegam impostos (que já são retidos na fonte), todos os anos apresentam a declaração de renda e pagam ao Leão, ao contrário de muitos que burlam o sistema, além de receberem incentivos fiscais.

A quebra da previdência e finanças públicas é resultado de muita corrupção dos últimos tempos, de renúncias fiscais, inadimplências de grandes devedores, uso indevido da finalidade e má administração dos recursos públicos.

Não se deixe enganar! A crise econômica e política, a falta de acesso à saúde, ensino e segurança pública e demais serviços por parte da população NÃO ACONTECEM por culpa do funcionalismo público. É uma tentativa de nós fazer de bodas expiatórios da incompetência gerencial dos Governos!

Sem contar que o servidor público não tem fundo de garantia e nem crédito subsidiado para aquisição da casa própria, além do que contribui para a previdência num percentual maior que o dos funcionários de iniciativa privada.
Colega servidor, copie, edite, cole no seu mural e repasse!!!"

É muito importante o esclarecimento para a população, porque o governo quer imputar aos servidores os seus desmandos e a sua ganância por poder e dinheiro.

Durante anos vem sucateando a Previdência, a Saúde e a Educação. E ainda tem a cara de pau de colocar na mídia que a Reforma é para tirar privilégios. Mas na realidade quem mais vai "pagar esse pato" é o trabalhador, porque as mordomias, isenção fiscal, auxílio de todo, fórum privilegiado, entre outras benesses vão continuar. A internet é a nossa aliada na divulgação desses informações. Não se iluda com falsas estatísticas, comentaristas globais e neoliberais. O conhecimento nos liberta. Divulgue. TOTAL INVERSÃO DE VALORES.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

MANIFESTO AO POVO PAULISTA

        A AGROESP é entidade que congrega servidores de nível superior de três coordenadorias da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) possuindo hoje cerca de um mil associados contribuintes e foi constituída com a finalidade de lutar pelos interesses dos Assistentes Agropecuários e pela preservação da boa qualidade dos trabalhos da SAA.

        No final de 2012 a AGROESP iniciou um trabalho pela valorização da categoria que representa, baseado na equiparação de vencimentos com a categoria de especialistas ambientais, que possui salário quase duas vezes superior e com atribuições assemelhadas à do assistente agropecuário.

        Desde então vimos lutando para conseguir esse objetivo, usando armas como visitas a deputados e lideranças políticas, audiências com membros da administração direta, corpo a corpo em solenidades em que autoridades governamentais estejam presentes e, finalmente, inúmeras cartas, ofícios e moções de apoio a nossa causa enviados ao governo por lideranças políticas regionais e municipais, por associações de produtores rurais e cooperativas rurais. Enfim, travamos uma luta limpa e cordial, da maneira como fomos orientados para obter o reconhecimento do Executivo frente a nosso objetivo. Tudo indicava para a sensibilização do governo e, mesmo considerando a crise econômica recente, havia a sensação que nosso pleito seria vencedor. Embora tenhamos sentido dificuldades nos trâmites, ao aceitarmos o parcelamento da diferença entre as duas carreiras, acreditamos que a situação se resolveria.

        Do nosso lado, a categoria manteve-se em plena atividade, colaborando de forma decisiva para o reerguimento da até então combalida Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Os resultados alcançados nesse últimos anos foram fantásticos e a conduta dos técnicos plenamente exitosa. Vencemos o desafio do CAR, do Microbacias II, do controle de zoonoses e de pragas das plantas cultivadas, dentre outros. Trouxemos palmas e elogios para o governo mediante o nosso trabalho.

        Surpreendentemente, no início desse mês, o governador frustrou todas as nossas expectativas, ao anunciar um reajuste de 3,5% nos vencimentos, índice pífio considerando toda a negociação conduzida pela nossa entidade.

        Assim, sobra para nós, assistentes agropecuários da AGROESP, a clara sensação que fomos induzidos a participar de um jogo democrático com o objetivo de conseguir nossa valorização profissional, na forma como é propalado pelos governantes e experts no assunto, só que não fomos avisados que esse jogo não seria transmitido por nenhuma emissora, não teria cunho oficial, que o adversário não compareceria e que serviria apenas para ganhar tempo e ludibriar nossa agora combalida categoria.

        Resta agora juntar os cacos e partir para uma alternativa honrosa, a ser buscada junto a toda nossa categoria, sempre com o objetivo de propiciar ao povo paulista a continuidade da boa qualidade dos serviços prestados pela SAA.

Campinas, 10 de janeiro de 2018

VICTOR BRANCO DE ARAUJO
AGROESP - PRESIDENTE